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BIO

Artista, professora e pesquisadora em artes. Doutoranda em Sociologia na Universidade Federal da Paraíba. Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia e graduada em Licenciatura em Dança na mesma universidade, onde também atuou como professora temporária.

Produz em parceria com vários artistas da dança, cinema, música, artes visuais e teatro. Dentre suas criações se destacam: “ISTC – Isaura Suélen Tupiniquim Cruz” (2017) espetáculo que conta com a direção artística de Leonardo França e que já passou por importantes festivais como FIAC-BA, Interatos-PB, Mostra XYZ-DF, entre outros; Ópera Nuda (2013) apresentado em contextos alternativos e também oficiais como na mostra Cena, som e fúria-BA, Festival JUNTA-PI; “Fricção” (2011) vencedor por duas vezes do Prêmio VIVADANÇA-BA, também apresentado no Festival Internacional de Artes Cênicas (BA) e no Eschschloraque Rümschrümp (Berlim), esse trabalho foi bastante apresentado em diversas cidades da Bahia e nordeste, assim como, “Entrada ao Preço da Razão” (2007) que teve passagem por eventos como Bienal das Artes-BA e Teorema-SP.

Fez parte de importantes trabalhos coreográficos como “Paradox” (2010) de Leda Muhana, “Reproduction” (2014) de Eszter Salamon, “Looping:Bahia Overdub” (2015) de Felipe Assis, Rita Aquino e Leonardo França, e, “Desastro” (2015) de Neto Machado, tendo esse último, circulado com Palco Giratório do SESC em 2018. Atualmente, compõem o elenco de “STRIPTEMPO” (2018) com direção de Jorge Alencar.

Como cantora e performer, participou do projeto musical “Re-montando Fawcett” (2015) num show que retoma as obras do músico e escritor ciber-punk Fausto Fawcett.

No cinema, participou de filmes como o premiado “Depois da Chuva” (2012) de Cláudio Marques e Marília Hughes com a performance “Entrada ao preço da razão”. Fez parte do coletivo de cinema “Inconsequências” tendo criado e atuado no filme “Xorume” (2016); tem participação no longa metragem “Para além dos seios” (2013) de Adriano Big, e mais recentemente participou do curta “MINOTAURO” (2015) de Leonardo França.

Integrou o Coletivo TeiaMUV de Performance Urbana com o qual desenvolveu diversos projetos, entre eles, Teia (2011) com residência artística em Berlim-Alemanha. Ainda durante sua formação profissionalizante na Escola de Dança da FUNCEB, participou do intercâmbio Brasil/França como residente na Ecole Nationale de Musique et de Danse de La Rochelle e companhia de dança de Régine Chopinot (2006).

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